sexta-feira, 7 de maio de 2010

Mais uma dúvida do Felipe (/fullengine)


Eis a pergunta que o Felipe fez no post do /ferrari_f50 
que "torre" eh essa no meio ai com uma tampa cinza?

Essa "torre" faz parte do sistema de reciclagem de vapor de óleo da F50, em inglês é chamado degasser (A), não consegui achar o nome desse componente em português, mas podemos chamá-lo de condensador.

Antes de escrever sobre o sistema, vamos identificar seus componentes:

A - Degasser/condensador

B - Oil Vapour Outlet line from the heads/ Linha de saída dos vapores de óleo dos cabeçotes

C - Oil Vapour Delivery line to air intake/ Linha de entrega dos vapores de óleo para a admissão

O sistema de reciclagem dos vapores de óleo, é um sistema de circuito fechado, onde os vapores e gases são retirados dos cabeçotes e enviados para o degasser, onde são condensados

Os vapores são retirados do motor através da linha de saída para o sistema de admissão, graças ao vácuo criado pelo motor em condições normais de funcionamento.

Espero ter tirado a dúvida do Felipe. E se você também tem alguma dúvida, é só perguntar.

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quinta-feira, 6 de maio de 2010

Ferrari News

A resposta correta do desafio de ontem é a letra D. Parabéns aos acertadores.

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Quem acreditava que após as três vitórias de Renan Guerra em quatro etapas o campeonato da Itaipava GTBR4 estava fortemente inclinado para as mãos do atual líder da categoria se enganou. Com a entrada dos modelos Ferrari Challenge no grid, tudo indica que a disputa com os Maserati será acirrada nas próximas corridas.

Apesar de ser um carro mais potente do que os Maserati, os Ferrari passaram pelo processo de equilíbrio de desempenho e vão andar com apenas 35% do acelerador. Segundo os pilotos da Itaipava GTBR4, o nivelamento técnico vai deixar o campeonato mais competitivo e mais emocionante para o público que acompanha o Itaipava GT Brasil.

"Eu acho que a entrada do Ferrari Challenge no grid deixará o campeonato ainda mais disputado, foi uma ideia boa. Com o equilíbrio de desempenho que fizeram nos carros, não teremos muitas diferenças e as disputas se tornarão mais constantes nas provas", disse Renan Guerra, que anda de Maserati, sem temer o novo concorrente.

"Os carros ficaram equilibrados, mas o modelos da Ferrari não quebram tanto, por serem mais novos, e levam vantagem nas rodas. As deles têm uma porca só, o que facilita eventuais trocas. As dos Maserati têm cinco. Por outro lado, os carros da Ferrari têm pneus mais finos e sofrerão muito com o desgaste", acrescenta Renan Guerra.

Alan Hellmeister, que chegou a liderar o campeonato e trocou de carro, passando do Maserati para o Ferrari Challenge, concorda. "Os pneus realmente são mais finos e precisamos ver como eles vão se comportar. Mas temos a grande vantagem de ter um carro novo e que não tem problemas crônicos de quebra e na parte elétrica".

Para Fábio Greco, que divide a pilotagem de um modelo Ferrari Challenge com o vice-líder, Valter Rossete, a decisão pelo carro foi simples: escolheram um Ferrari por achar que ele pode render mais no restante do campeonato e por poder realizar o sonho de qualquer piloto, que é guiar o modelo da marca italiana.

"Em Curitiba, estávamos tomando dois segundos dos Maserati e estava difícil, pois tínhamos que guiar além do limite para acompanhar. Mas as mudanças (o acelerador estava limitado em 30%, passou para 35%) devem melhorar bastante. A matemática é muito boa e estamos apostando no Ferrari Challenge", comentou Fábio Greco.

O segundo round da disputa interna entre Ferrari e Maserati na Itaipava GTBR4, que começou na prova de Pinhais, acontecerá na etapa de Interlagos, marcada para os dias 15 e 16 de maio, com as corridas de número 5 e 6. Por enquanto, os Maserati são maioria no grid e estão na frente na preferência dos pilotos. Mas a disputa está só começando.

TEXTO: ROGERIO REZEKE

Fonte: Cross Brasil

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Depois de enfrentar problemas no motor nas primeiras etapas do Mundial, a Ferrari ganhou o aval da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) para fazer alterações na peça. A escuderia trabalhou intensamente desde o Grande Prêmio da China e poderá usar um propulsor atualizado em Barcelona, neste domingo.

O brasileiro Felipe Massa e o espanhol Felipe Massa tiveram problemas no motor nas corridas que abriram o Mundial. O europeu, inclusive, tem que pensar no limite de oito motores por temporada estabelecido pelo regulamento. Os pilotos da Sauber, que correm com propulsores fabricados da Ferrari, também sofreram.

Depois de descobrir o defeito, a escuderia italiana alegou problemas de confiabilidade para pedir a permissão de promover mudanças no motor e as três semanas de intervalo entre o Grande Prêmio da China e a corrida de Barcelona foram suficientes para finalizar os trabalhos.

Em um comunicado oficial, a Ferrari confirmou a utilização das peças atualizadas na Espanha. ?Muito trabalho foi feito e isso produziu algumas soluções que esperamos possam resolver os problemas de confiabilidade que enfrentamos no Bahein e na Malásia?, diz a nota.

Além de correr como novos motores, Felipe Massa e Fernando Alonso usarão pela primeira vez a versão completa produzida pela Ferrari do duto elaborado pela McLaren nos treinos de sexta-feira. Dependendo da performance, o expediente será usado ou não no treino classificatório e na corrida

Fonte: Abril

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Desafio



No desafio de hoje eu quero saber qual a medida do estepe da Ferrari 360 Modena?

a. O carro não possui estepe

b. 185/70 R17

c. 165/75 R17

d. 125/80 R17


Boa Sorte!!!

terça-feira, 4 de maio de 2010

For Sale: 360 Modena F1

O  carro que ilustra nossa seção hoje é essa belíssima 360 Modena F1

Cor externa Nero com interior Nero, ano 2000 e 18 mil milhas rodadas e que está sendo anunciada no eBay

Mais informação: eBay







segunda-feira, 3 de maio de 2010

Ferrari News

Os funcionários da Ferrari não ganharam folga no "Dia do Trabalho". Neste sábado, a escuderia italiana aproveitou o bom tempo na região de Vairano (Itália) para testar o novo duto do F10 com o reserva Giancarlo Fisichella ao volante.

Durante a manhã, a equipe trabalhou com o banco do carro e fez outras avaliações através do túnel de vento - apesar de os testes em pistas estarem proibidos pelo regulamento na temporada 2010, a escuderia de Maranello se aproveitou de um acordo entre as equipes que permite quatro dias de testes aerodinâmicos.

Os espelhos retrovisores do carro vermelho também sofreram uma pequena mudança, localizando-se agora no chassi. A estrutura do carro do brasileiro Felipe Massa, aliás, será trocada para o GP da Espanha, no próximo final de semana.

A Ferrari ainda pretende fazer novos testes durante os treinos livres de sexta-feira, na Catalunha, antes de decidir se irá usar as atualizações no treino classificatório e na corrida.

Fonte: Gazeta Esportiva

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Com o mercado imobiliário norte-americano em colapso, um corretor de Malibu está oferecendo sua própria Ferrari para tentar fechar uma venda. Vahe Hagopian promete deixar sua Ferrari F40 na garagem de quem comprar uma mansão avaliada em US$ 4,4 milhões (cerca de R$ 7,8 milhões).

“Nada acontece nesta área. É algo sem precedentes”, lamentou o corretor, que decidiu colocar sua Ferrari à disposição para ver se consegue fechar o negócio, segundo reportagem do jornal “New York Times”.

O supercarro italiano é um modelo de “alta quilometragem”, com quase 1.200 quilômetros no velocímetro, e tem “histórico de acidente”, mas ainda assim é uma F40, ressaltou o “NYT”.

Fonte: Olhar Direto